Observatório da Evangelização, do Anima PUC Minas, lança o Atlas da Fraternidade para mapear ações da CF 2023

Para mapear atividades, mobilizações e programas animados pela temática da Campanha da Fraternidade, o Observatório da Evangelização, do Anima PUC Minas, lança o Atlas da Fraternidade. Neste ano de 2023, a iniciativa contará com o auxílio do Grupo de Reflexão e Trabalho para a Economia de Francisco e Clara e tem o apoio do Setor de Campanhas da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), responsável pela dinamização da Campanha da Fraternidade (CF).

O projeto pretende ser uma atividade permanente com o objetivo de identificar ações significativas de evangelização vinculadas ao tema da Campanha, divulgar boas práticas pastorais que possam iluminar a caminhada das comunidades, analisar as correspondências possíveis entre culturas eclesiais locais e modelos de ação pastoral e verificar o nível de adesão da Campanha em sua temática anual.

A CF é realizada anualmente pela Igreja Católica, desde 1964, durante o tempo da Quaresma. A abertura ocorre na Quarta-feira de Cinzas, 22 de fevereiro, e para esta 59ª edição com o tema escolhido foi Fraternidade e Fome e o lema, “Dai-lhes vós mesmos de comer!” (Mt 14,16). A CNBB dispõe de um hotsite com informações e materiais para formação e aprofundamento. A motivação principal do Atlas é ser um repositório de boas práticas pastorais em linguagem simples, acessível e dinâmica para as comunidades, de modo especial o laicato, bem como dar visibilidade aos impactos concretos das Campanhas da Fraternidade na vida da Igreja do Brasil.

Como participar?

Atlas da Fraternidade será de abrangência nacional, portanto, podem ser registradas atividades realizadas em todo país. Por meio de um formulário, ministros ordenados, lideranças leigas e agentes de pastoral, poderão registrar as iniciativas do seu grupo, pastoral, movimento, paróquia, instituição ou diocese. Clique aqui para acessar o formulário.

Além da identificação do estado e o grupo promotor da atividade, para realizar o mapeamento serão levantados outros dados como o foto da atividade (espiritual, assistencial, formativo, mobilização social), o público-alvo atendido, a duração da atividade e número de pessoas beneficiadas. Também há espaço para uma pequena descrição da atividade e envio de fotografias. Depois de recolhidas as informações e avaliadas pela equipe de coordenação, as informações ficarão dispostas em um mapa interativo.

Divulgação dos dados

Para possibilitar melhor divulgação e análise, a coleta de dados ocorrerá em duas etapas. A primeira acontece no início da Quaresma e decorrer das primeiras semanas da Campanha, entre os dias 22 de fevereiro e 31 de março. A segunda etapa será realizada a partir dos dados fornecidos pelo Fundo Nacional de Solidariedade e Fundos Diocesanos de Solidariedade, no segundo semestre do ano.

O atlas pretende ser um instrumento de monitoramento permanente do Observatório da Evangelização e, particularmente no ano de 2023, contará com o auxílio do Grupo de Reflexão e Trabalho para a Economia de Francisco e Clara.

Campanha da Fraternidade 2023

A Campanha da Fraternidade nasceu por iniciativa de Dom Eugênio de Araújo Sales, então arcebispo de Natal, em Nísia Floresta, no Rio Grande do Norte, como expressão da caridade e da solidariedade em favor da dignidade da pessoa humana, dos filhos e filhas de Deus.

De acordo com as informações do hotsite, a Campanha da Fraternidade tem hoje os seguintes objetivos permanentes:

1 – Despertar o espírito comunitário e cristão no povo de Deus, comprometendo, em particular, os cristãos na busca do bem comum;

2 – Educar para a vida em fraternidade, a partir da justiça e do amor, exigência central do Evangelho;

3 – Renovar a consciência da responsabilidade de todos pela ação da Igreja na evangelização, na promoção humana, em vista de uma sociedade justa e solidária (todos devem evangelizar e todos devem sustentar a ação evangelizadora e libertadora da Igreja)”.

A coleta da Campanha realizada como um dos gestos concretos de conversão quaresmal tem realizado um bem imenso no cuidado para com os pobres.

Fonte: CNBB – com informações da Anima PUC Minas 

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