Esta comunidade surgiu a partir da própria necessidade dos seus moradores, e possivelmente de moradores dos bairros adjacentes, de terem um espaço adequado e digno para o louvor a Deus.

 

A Igreja de Nossa Senhora da Conceição, segundo depoimentos, deve ter sido construída entre os anos de 1965 a 1970. Recebia fiéis de várias localidades como da Chapada, Rio de Peixe, Bateias, Candidópolis, Dois Córregos, Turvo, Capoeira, entre outros. Sem transporte público, a maioria das pessoas deslocava-se a pé ou em montarias.

 

Algumas datas do calendário litúrgico mobilizavam e atraíam significativamente os fiéis. O presépio, por exemplo, sempre foi um atrativo para as famílias vindas de vários bairros. Também aqui, aconteciam as encenações sobre o nascimento de Jesus e a apresentação das Pastorinhas. Os moradores do atual bairro João XXIII, à época denominado Periquito, faziam de madrugada as visitas da folia do Divino Espírito Santo. Batiam às portas, cantavam e rezavam. Na Semana Santa, a encenação da Paixão e Morte era feita por membros da própria comunidade. A procissão da Sexta-feira da Paixão saía da Igreja acompanhada das tradicionais personagens de Verônica e Maria, mãe de Jesus.

 

Quando o padre José Lopes Magalhães se instalou na comunidade, as missas passaram a ser diárias. Aos finais de semana eram realizados os casamentos e batizados. Dom Mário Teixeira Gurgel, que era o bispo diocesano, regularmente ‘aportava’ por lá, estimulando e fortalecendo a vida de fé das famílias.

 

A Comunidade de Nossa Senhora da Conceição foi incorporada à Paróquia de Nossa Senhora da Saúde em 19/07/2011.

 

Horário das Missas:

Sábado – 18h

Adoração ao Santíssimo:

Quinta-feira – 15h

 

A Padroeira[1]

Trata-se de um título litúrgico, celebrado no dia 8 de dezembro, pelo qual os católicos professam a prerrogativa concedida unicamente a Nossa Senhora: Maria foi concebida sem a mancha do pecado original. Vale dizer: ela é toda santa, a cheia de graça, desde o momento de sua concepção.

 

O dogma da Imaculada Conceição de Nossa Senhora foi proclamado pelo papa Pio IX, em 1854, com a bula Ineffabilis Deus. Esta solene definição pontifícia foi resultado de um desenvolvimento da devoção popular aliada a intervenções papais e infindáveis debates teológicos. O calendário romano já incluíra a festa em 1476. Contudo, no sétimo século esta celebração já existia no Oriente. Em 1570, Pio V publicou o novo Ofício e em 1708 Clemente XI estendeu a festa, tornando-a obrigatória a toda cristandade. Quatro anos após a proclamação do dogma por Pio IX, Maria Santíssima apareceu a Bernadette Soubirous dizendo: “Eu sou a Imaculada Conceição”.

 

Nossa Senhora da Conceição

 

Em Portugal, o culto foi oficializado por Dom João IV, primeiro rei da dinastia de Bragança, que fora aclamado a 1º de dezembro de 1640, quando se iniciava a oitava da festa da Imaculada Conceição. Seis anos depois, com a aprovação das Cortes de Lisboa, o rei dedicou à Virgem Imaculada o reino português. O solar da padroeira é Vila Viçosa, que deu seu nome a uma ordem honorífica instituída por Dom João VI em 1818, com a denominação de Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa.

 

No Brasil existem cerca de 533 paróquias dedicadas à Virgem Imaculada. A primeira imagem chegou em uma das naus de Pedro Álvares Cabral. Os Frades Menores Franciscanos foram os propagadores dessa devoção.

 

O culto teve início na Bahia em 1549, quando Tomé de Souza chegou a Salvador trazendo uma escultura da Virgem. Ela foi a protetora de nosso país no período colonial e foi proclamada Padroeira do Império Brasileiro por Dom Pedro I. Já no despontar do século XX, com o advento da República, o título cedeu lugar a Nossa Senhora Aparecida, que é uma antiga imagem da Imaculada Conceição encontrada nas águas do rio Paraíba do Sul.

 

Este título recorda que Deus, em sua Providência, quis formar de modo extraordinário a arca que conteria seu Divino Filho, poupando-a de todo e qualquer traço de pecado. Para Deus nada é impossível.

 

Oração à Nossa Senhora da Conceição

 

Ó incomparável Virgem da Conceição, Mãe de Deus, Rainha dos Céus, Maria, volvei para mim, imploro-vos, o olhar benigno de vossa misericórdia. Livrai-me de minhas gravíssimas culpas; e com o favor de vossa poderosíssima intercessão, fazei que eu consiga da Divina Majestade a salvação de minha alma, a perfeita saúde do corpo e aquela graça da qual tanto necessito e que vos recomendo a fim de que, servindo e louvando-vos nesta vida, venha depois, um dia, a amar-vos e agradecer-vos para toda a eternidade.

Assim seja.

 

[1] http://www.a12.com/

 

 


Nossas Comunidades







Esta comunidade surgiu a partir da própria necessidade dos seus moradores, e possivelmente de moradores dos bairros adjacentes, de terem um espaço adequado e digno para o louvor a Deus.

 

A Igreja de Nossa Senhora da Conceição, segundo depoimentos, deve ter sido construída entre os anos de 1965 a 1970. Recebia fiéis de várias localidades como da Chapada, Rio de Peixe, Bateias, Candidópolis, Dois Córregos, Turvo, Capoeira, entre outros. Sem transporte público, a maioria das pessoas deslocava-se a pé ou em montarias.

 

Algumas datas do calendário litúrgico mobilizavam e atraíam significativamente os fiéis. O presépio, por exemplo, sempre foi um atrativo para as famílias vindas de vários bairros. Também aqui, aconteciam as encenações sobre o nascimento de Jesus e a apresentação das Pastorinhas. Os moradores do atual bairro João XXIII, à época denominado Periquito, faziam de madrugada as visitas da folia do Divino Espírito Santo. Batiam às portas, cantavam e rezavam. Na Semana Santa, a encenação da Paixão e Morte era feita por membros da própria comunidade. A procissão da Sexta-feira da Paixão saía da Igreja acompanhada das tradicionais personagens de Verônica e Maria, mãe de Jesus.

 

Quando o padre José Lopes Magalhães se instalou na comunidade, as missas passaram a ser diárias. Aos finais de semana eram realizados os casamentos e batizados. Dom Mário Teixeira Gurgel, que era o bispo diocesano, regularmente ‘aportava’ por lá, estimulando e fortalecendo a vida de fé das famílias.

 

A Comunidade de Nossa Senhora da Conceição foi incorporada à Paróquia de Nossa Senhora da Saúde em 19/07/2011.

 

Horário das Missas:

Sábado – 18h

Adoração ao Santíssimo:

Quinta-feira – 15h

 

A Padroeira[1]

Trata-se de um título litúrgico, celebrado no dia 8 de dezembro, pelo qual os católicos professam a prerrogativa concedida unicamente a Nossa Senhora: Maria foi concebida sem a mancha do pecado original. Vale dizer: ela é toda santa, a cheia de graça, desde o momento de sua concepção.

 

O dogma da Imaculada Conceição de Nossa Senhora foi proclamado pelo papa Pio IX, em 1854, com a bula Ineffabilis Deus. Esta solene definição pontifícia foi resultado de um desenvolvimento da devoção popular aliada a intervenções papais e infindáveis debates teológicos. O calendário romano já incluíra a festa em 1476. Contudo, no sétimo século esta celebração já existia no Oriente. Em 1570, Pio V publicou o novo Ofício e em 1708 Clemente XI estendeu a festa, tornando-a obrigatória a toda cristandade. Quatro anos após a proclamação do dogma por Pio IX, Maria Santíssima apareceu a Bernadette Soubirous dizendo: “Eu sou a Imaculada Conceição”.

 

Nossa Senhora da Conceição

 

Em Portugal, o culto foi oficializado por Dom João IV, primeiro rei da dinastia de Bragança, que fora aclamado a 1º de dezembro de 1640, quando se iniciava a oitava da festa da Imaculada Conceição. Seis anos depois, com a aprovação das Cortes de Lisboa, o rei dedicou à Virgem Imaculada o reino português. O solar da padroeira é Vila Viçosa, que deu seu nome a uma ordem honorífica instituída por Dom João VI em 1818, com a denominação de Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa.

 

No Brasil existem cerca de 533 paróquias dedicadas à Virgem Imaculada. A primeira imagem chegou em uma das naus de Pedro Álvares Cabral. Os Frades Menores Franciscanos foram os propagadores dessa devoção.

 

O culto teve início na Bahia em 1549, quando Tomé de Souza chegou a Salvador trazendo uma escultura da Virgem. Ela foi a protetora de nosso país no período colonial e foi proclamada Padroeira do Império Brasileiro por Dom Pedro I. Já no despontar do século XX, com o advento da República, o título cedeu lugar a Nossa Senhora Aparecida, que é uma antiga imagem da Imaculada Conceição encontrada nas águas do rio Paraíba do Sul.

 

Este título recorda que Deus, em sua Providência, quis formar de modo extraordinário a arca que conteria seu Divino Filho, poupando-a de todo e qualquer traço de pecado. Para Deus nada é impossível.

 

Oração à Nossa Senhora da Conceição

 

Ó incomparável Virgem da Conceição, Mãe de Deus, Rainha dos Céus, Maria, volvei para mim, imploro-vos, o olhar benigno de vossa misericórdia. Livrai-me de minhas gravíssimas culpas; e com o favor de vossa poderosíssima intercessão, fazei que eu consiga da Divina Majestade a salvação de minha alma, a perfeita saúde do corpo e aquela graça da qual tanto necessito e que vos recomendo a fim de que, servindo e louvando-vos nesta vida, venha depois, um dia, a amar-vos e agradecer-vos para toda a eternidade.

Assim seja.

 

[1] http://www.a12.com/